Eu estava viajando de São Paulo para o Rio de Janeiro de ônibus. Na parada acordei com uma mocinha cutucando levemente meu ombro pedindo licença para sentar no canto, já que eu ocupava a cadeira do corredor. Recolhi minhas pernas e dei passagem. A menina tinha uma cinturinha fininha e um bundão caprichado que ao passar na minha frente quase encostou no meu nariz. Achei aquilo muito excitante e senti minha calcinha umidecer. Dei um sorriso pra menina e ela perguntou se eu estava com frio. Disse que não. Ela tremia, pois lá fora estava uma geladeira. Ofereci a manta que me enrolava para cobrirmos nossos corpos. Ela aceitou na hora. Ajeitou-se na cadeira e disse que ia dormir pois tinha acordado 5 e meia da manhã e já eram 3 horas e ela não tinha tirado nem um cuchilo ainda. Dei-lhe apenas um sorriso, passei a mão sobre a dela e disse: pode dormir sossegada e quentinha. Ela sorriu e foi fechando os olhos com muita sensualidade.
O ônibus já tinha rodado uns 10 minutos depois da saída da parada. A temperatura embaixo das cobertas tinha esquentado muito. De repente, a menina vira para a janela e encaixa aquele bundão redondinho na minha coxa. Me deu uma quentura no meio das pernas, minha boceta começou a esquentar e piscar. Mais uns minutinhos e não resisti. Comecei a passar a mão naquela bunda bem marcada pelo tecido de sua lycra. Contornei com meu dedo o elástico de sua calcinha pequenininha. Isso me deu mais tesão ainda. Não consegui segurar. Comecei então a passar a mão no quadril dela, e fui descendo para sua cavidade no meio de seus coxões. A bucetinha dela era gordinha e pelo jeito bem cabeludinha. Encostei o meu bocetão na bunda dela e a abracei segurando um de seus seios. Ela deu uma mexidinha e fiquei assustada. Ela então virou pra mim e disse que ali estava muito bom e quentinho. E soltou todo o peso daquele bundão no meu colo.
Viajamos atracadas por baixo da manta por mais uns cinco minutinhos. Queitinhas. Ela dando uma reboladinha de vez em quando e eu empurrando minha boceta em sua bunda como se tivesse um pinto. Minha calcinha já estava encharcada. Minha boceta tremia e piscava. Abri o ziper de sua calca e o botão do cós. Quando passei a mão sobre sua calcinha senti o volume daquela xaninha super peludinha e gordinha. Fui passando a mão por dentro da calcinha nos seus pelos e de vez em quando passava o dedo em seu grelinho. Ela então abaixou sua calça até o joelho oferecendo aquele rabão só com aquela calcinha minúscula. Não me fiz de rogada. Passava a mão no seu rabinho depiladinho, na sua bocetinha peludinha, no seu grelinho durinho e espetadinho. Com ela sentada no meu colo, a abracei bem apertada no meu colo e enfiei as mãos por dentro de sua blusa e por baixo do sutiã, chegando naqueles mamilos durinhos e apetitosos.
Nessa altura já tinha aberto a minha calça e descido a mesma junto com a calcinha até o joelho. Estava então peladinha, com aquele rabaão roçando no meu bocetão. Ela delicadamente começou a alisar o meu clitoris. Eu já estava quase gozando, quando ela virou-se, enfiou a cabeça entre as minhas pernas abertas e meteu a lingua na minha xana. Eu rebolava, ela mexia, eu enfiava o dedo no cuzinho dela, ela gemia, e eu abafei o som no nosso gozo cobrindo nossas cabeças, levantando o seu rosto do meu colo e a beijando loucamente. Nossas linguas ficaram enlouquecidas assim como nossos dedos que estavam enfiados nas bocetas. Ficamos naquela sacanagem e nos beijando por uns cinco minutos sem tirar a língua da boca da outra, até gozarmos alucinadamente. A sorte é que todos dormiam. Chegando no Rio de Janeiro, fui direto pro apartamento dela. E fizemos sexo como eu nunca havia feito com homem algum. Isto aconteceu a cinco anos. E a cinco anos somos um casal super feminino e acima de qualquer suspeita. Pinto nunca mais.
domingo, 21 de junho de 2009
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