terça-feira, 14 de julho de 2009

PUTARIA ATRAVÉS DA HISTÓRIA



DESDE OS TEMPOS ANTIGOS A SACANAGEM JÁ ROLAVA SOLTA.

terça-feira, 7 de julho de 2009

UMA BELA VAGINA


DEPILADINHA ENTÃO...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

PRELIMINARES

Uma rola enorme, grossa e quente na boca...
Um dedinho cutucando o botão...
Só pode dar muito tesão...
Fala verdade:
Você não ficou também?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

UMBIGUINHOS GOSTOSOS

É PRECISO CORAGEM

Tenha.
Tenha muita coragem e passe a seguir esse blogue.
Venha manifestar seu agrado pelos textos e pelas imagens aqui colocadas.
Sei que você vem aqui durante a madrugada.
Lê e fica babando nas imagens gostosas, fica excitado(a) e se masturba até gozar.
Sei que todas as noites voce vem aqui e sai molhado(a)
Sei que você vem verificar se tem fetiches iguais aos seus.
Sei de tudo isto.
Então já está na hora de você assumir e começar seguir.
Demonstre a sua coragem.
.

domingo, 21 de junho de 2009

A PRIMEIRA VEZ NINGUEM ESQUECE

Eu estava viajando de São Paulo para o Rio de Janeiro de ônibus. Na parada acordei com uma mocinha cutucando levemente meu ombro pedindo licença para sentar no canto, já que eu ocupava a cadeira do corredor. Recolhi minhas pernas e dei passagem. A menina tinha uma cinturinha fininha e um bundão caprichado que ao passar na minha frente quase encostou no meu nariz. Achei aquilo muito excitante e senti minha calcinha umidecer. Dei um sorriso pra menina e ela perguntou se eu estava com frio. Disse que não. Ela tremia, pois lá fora estava uma geladeira. Ofereci a manta que me enrolava para cobrirmos nossos corpos. Ela aceitou na hora. Ajeitou-se na cadeira e disse que ia dormir pois tinha acordado 5 e meia da manhã e já eram 3 horas e ela não tinha tirado nem um cuchilo ainda. Dei-lhe apenas um sorriso, passei a mão sobre a dela e disse: pode dormir sossegada e quentinha. Ela sorriu e foi fechando os olhos com muita sensualidade.

O ônibus já tinha rodado uns 10 minutos depois da saída da parada. A temperatura embaixo das cobertas tinha esquentado muito. De repente, a menina vira para a janela e encaixa aquele bundão redondinho na minha coxa. Me deu uma quentura no meio das pernas, minha boceta começou a esquentar e piscar. Mais uns minutinhos e não resisti. Comecei a passar a mão naquela bunda bem marcada pelo tecido de sua lycra. Contornei com meu dedo o elástico de sua calcinha pequenininha. Isso me deu mais tesão ainda. Não consegui segurar. Comecei então a passar a mão no quadril dela, e fui descendo para sua cavidade no meio de seus coxões. A bucetinha dela era gordinha e pelo jeito bem cabeludinha. Encostei o meu bocetão na bunda dela e a abracei segurando um de seus seios. Ela deu uma mexidinha e fiquei assustada. Ela então virou pra mim e disse que ali estava muito bom e quentinho. E soltou todo o peso daquele bundão no meu colo.

Viajamos atracadas por baixo da manta por mais uns cinco minutinhos. Queitinhas. Ela dando uma reboladinha de vez em quando e eu empurrando minha boceta em sua bunda como se tivesse um pinto. Minha calcinha já estava encharcada. Minha boceta tremia e piscava. Abri o ziper de sua calca e o botão do cós. Quando passei a mão sobre sua calcinha senti o volume daquela xaninha super peludinha e gordinha. Fui passando a mão por dentro da calcinha nos seus pelos e de vez em quando passava o dedo em seu grelinho. Ela então abaixou sua calça até o joelho oferecendo aquele rabão só com aquela calcinha minúscula. Não me fiz de rogada. Passava a mão no seu rabinho depiladinho, na sua bocetinha peludinha, no seu grelinho durinho e espetadinho. Com ela sentada no meu colo, a abracei bem apertada no meu colo e enfiei as mãos por dentro de sua blusa e por baixo do sutiã, chegando naqueles mamilos durinhos e apetitosos.

Nessa altura já tinha aberto a minha calça e descido a mesma junto com a calcinha até o joelho. Estava então peladinha, com aquele rabaão roçando no meu bocetão. Ela delicadamente começou a alisar o meu clitoris. Eu já estava quase gozando, quando ela virou-se, enfiou a cabeça entre as minhas pernas abertas e meteu a lingua na minha xana. Eu rebolava, ela mexia, eu enfiava o dedo no cuzinho dela, ela gemia, e eu abafei o som no nosso gozo cobrindo nossas cabeças, levantando o seu rosto do meu colo e a beijando loucamente. Nossas linguas ficaram enlouquecidas assim como nossos dedos que estavam enfiados nas bocetas. Ficamos naquela sacanagem e nos beijando por uns cinco minutos sem tirar a língua da boca da outra, até gozarmos alucinadamente. A sorte é que todos dormiam. Chegando no Rio de Janeiro, fui direto pro apartamento dela. E fizemos sexo como eu nunca havia feito com homem algum. Isto aconteceu a cinco anos. E a cinco anos somos um casal super feminino e acima de qualquer suspeita. Pinto nunca mais.

terça-feira, 16 de junho de 2009

RABOS, RABINHOS E RABÕES














































































SUA VARA ATÉ TREMEU. SUA XANA ATÉ PULOU.
VEM QUE EU ENFIO SUA ROLA NA BOCA E ENFIO A LÍNGUA NA SUA XOXOTA.


TESÃO

Chuparia dedo por dedo.
Lamberia cada unha.
Esfregaria cada dobra
Em minha vagina molhada.
E tornaria a sugar cada unha.
A lamber cada dedo.
E esfregaria em minha vagina.
E o introduziria em minha vagina molhada.
E tornaria a sugar cada dedo.
E alisaria cada um deles em meu grelinho ereto.
E extrairia todo o gozo que viesse desse contato.
E tornaria a esfregar esse pé gostoso
Agora em minha bunda
Em meus seios
E em minha boca.
E gozaria
Mais uma vez...

quinta-feira, 11 de junho de 2009

BOA VIAGEM




Quando viajo de ônibus de madrugada toda vez eu dou um jeito de ter ao menos um orgasmo.

Entro no ônibus, tento avistar uma mulher desacompanhada, com um quadril bem avantajado e me sento ao seu lado. Naquele movimento do coletivo eu vou aos poucos encostando em sua coxa, panturrilha e bunda. Dando uns toquinhos de leve nessas partes. Apenas sentindo a minha perna roçando em alguma parte do corpo dela e alisando minha piroca pelo bolso furado de minha calça eu consigo ter um gostoso prazer ali mesmo. Quando dou sorte, a gostosa cai em sono profundo. Aí é comigo mesmo. Aos poucos vou dando um jeito de enfiar minha coxa por baixo da dela chegando até a região da bunda. Bem devagar, naquele vai e vem do ônibus vou dando umas empurradinhas até que a mulher dá aquela virada rápida pro canto, oferecendo aquele rabão pro meu lado. Aí vou virando devagar e encosto a cabecinha do meu cacete naquele rego. Faço movimentos subindo e descendo com minha vara dura naquela avenida. Se o sono é muito profundo eu chego até segurar na cintura dela e vou colando o seu rabo no meu cacete até tremer e gozar muito. Mais sorte ainda eu já dei algumas vezes quando a mulher fingindo estar dormindo colaborou caprichando mais no rebolado. Perdi a conta de quantas vezes fiquei todo esporrado assim.

Quando não encontro uma mulher eu procuro um homem meio trintão que tenha feições safadas. Sento ao seu lado e já vou logo puxando assunto. Papo vem papo vai dou um jeitinho de começar a falar de sexo pra saber de suas taras.

Naquele saculejo do veículo vou procurando dar umas encostadinhas na coxa do homem só pra sentir a dureza. Finjo dormir. Espero que minha companhia também durma profundamente. Aí então começo a sacanagem. Tiro meu cacete pra fora da cueca, mas mantendo dentro da calça. Encosto minha coxa mais um pouco na do macho pra confirmar a profundidade do sono. Sabe como é, uma curva aqui, uma freada ali, minha mão que estava sobre minha coxa começa a escorregar pois estou "dormindo". Escorrega até a cabeça da piroca do homem. Passo o dedo de leve na cabeça do cacete dele. Dou um tempo e aliso com a palma da mão de leve. Como é bom sentir o pau do cara começar a pular na palma da mão. Dou mais umas encoxadas pra ver se o cara acorda. Certificado que está num sono profundo, então aproveito para dar uma apertadinha na cabecinha daquele membro. Se vejo que ele não acorda de jeito nenhum passo a alisar a sua rola que já está quente. Geralmente o cacete dele endurece. O meu também. Aperto devagar. Aumento o aperto. Seguro de vez naquela tora. Aí enfio a minha mão dentro da minha calça. Meu cacete já está tinindo. Vou alisando o pau do cara e batendo uma punheta. Alisando o pau do cara e alisando o meu. Alisando o pau do cara e alisando o meu. Alisando o pau do cara, alisando o pau do cara, alisando o pau do cara, apertando o pau do cara, alisando o pau do cara e espórro tudinho na minha mão. Depois ainda dou uma cheiradinha gostosinha no cangote dele. Arrumo tudo direitinho dentro da minha cueca. Vou ao banheiro. Lavo a mão.

Geralmente na saída do banheiro escolho outro gostoso que esteja dormindo pra sentar ao lado. Acontece tudo de novo. E gozo de novo também.
É porque com mulher gozo uma vez. Com homem geralmente procuro dois na mesma viagem e gozo duas vezes alisando a rola quente de cada um.

Tente fazer o mesmo. Tem mulher que até pega na sua mão e coloca na buceta e dão até o peitinho pra gente chupar. Tem homem que também pega no pinto da gente quando está fingindo que está dormindo. Você vai encontrar cada pau grandão meu amigo, cada bucetão minha amiga... Faz como eu: entra no ônibus para gozar muuuuuuiiiiito. Eu sou viciado em orgasmo. E você ficou com o cacete durão ou a buceta molhadona com essas histórias. Tenho certeza.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

VEM

INTRODUZIR
INTEIRINHO
E BEM
DEVAGARINHO
ESSE
TRONCO
DESLUMBRANTE
NESSE
MEU
RABINHO
APERTADINHO
E LATEJANTE.
VEM PORRA!




terça-feira, 9 de junho de 2009

UMA BOA NOITE!

Durma lado a lado
Em cima
Embaixo.
Fale no ouvido
Beije na boca
Faça massagem.
Dê flor
Dê amor
Dê a mão.
Não leve pra cama discussão
Leve carinho
Leve sedução.
E boa noite!



Carolina Salcides

ORGASMOS EXECUTIVOS

Eles entraram no elevador. Eles se olharam. Elas se olharam.
Elas se aproximaram. Ele olhou.
Elas se roçaram.

Elas se abraçaram. Elas se beijaram.
Ele olhou e abriu o zíper.

Uma deslizou a mão sob a saia da outra.
Outra deslizou a mão sob a saia da uma.
O elevador continuou a subir.

O membro dele começou a subir. Saiu da cueca.
Elas se beijaram.
Elas se roçaram. Elas se apalparam.

Sob as saias.
Ele colocou o membro duro
para fora da calça.
Elas nem olharam.
Elas se roçaram.
Elas se beijaram.
Elas penetraram seus respectivos dedos
na vagina

quente e molhada da outra.
Elas se beijaram. Elas se chuparam. Elas se lamberam.

Elas se cutucaram.
Elas deslizaram seus respectivos dedos

na vagina quente e molhada da outra.
Os dedos foram e voltaram inteiros

na vagina quente e molhada da outra.
Elas se beijaram.
Ele apertou o membro duro

dentro da mão direita fechada em concha.
Ele roliçou o membro duro

dentro da mão direita fechada em concha.
Ele sacudiu o membro duro

com a mão direita fechada em concha.
Os dedos delas foram e voltaram inteiros

na vagina quente e molhada da outra.
Elas gemeram.
Ele gemeu.
Elas se sugaram.
Elas se lamberam.

Os dedos delas foram e voltaram.
Ele apertou o membro duro

dentro da mão direita fechada em concha.
Ele roliçou o membro duro

dentro da mão direita fechada em concha.
Elas gemeram. Ele gemeu. Elas gemeram.

Ele gemeu. Elas gemeram.
Ele gemeu. Elas gemeram.

Elas se desmancharam num gozo mútuo.
Ele ejaculou na parede do elevador.

Ele limpou a parede metálica com o lenço.
Elas nem olharam.
Elas se beijaram.
Ele guardou o membro flácido.
Todos se recomporam. Elas retocaram a maquiagem.

Ele fechou o zíper.
O elevador parou no vigésimo quinto andar.
Eles saíram. Eles caminharam.

Eles entraram no escritório.
Eles sentaram-se na mesa de reuniões.
O elevador continuou a subir.
Tomado por aquele odor lascivo.

ESCREVER EXCITA



Cómo escribir literatura erótica
ALICIA STEIMBERG
(Buenos Aires, septiembre de 1993)


A pesar de todo lo que dicen y repiten los manuales de sexología sobre su universalidad e inocuidad, la masturbación es un hecho generalmente mal visto; para una persona a la vez tímida y vanidosa como lo es un argentino, confesar que a veces se masturba sería francamente una vergüenza. Se puede hablar de las relaciones sexuales y hasta de las homosexuales, pero no de la masturbación porque eso equivaldría a confesar que uno es un ser infantil, que no ha madurado del todo y que no tiene agallas para conquistar a una mujer o a un hombre y perpetrar con ellos todas esas actividades que constituyen el intercambio sexual. El acto de escribir literatura "erótica", es decir una literatura que apela a la sensualidad, la provoca, la excita, es un acto masturbatorio para el que la escribe y para el que la lee, y probablemente es por eso, y no por lo que describe, que le da un poco de vergüenza al autor y al lector. Un poco, claro, no estamos en la Edad Media, aunque a veces parece que lo estuviéramos, a juzgar por las nerviosas preguntas de los periodistas y reporteros a quienes les toca entrevistar a un escritor "erótico", o las del público cuando en las mesas redondas sobre "Literatura erótica", por ejemplo, pone a los panelistas entre la espada y la pared para que definan la diferencia entre "erótico" y "pornográfico", y más aun: entre "erótico", "pornográfico" y "obsceno". En general el público no ha leído los libros de los autores invitados, de manera que esta obsesiva insistencia en la diferenciación entre los términos tal vez obedezca a un miedo instintivo a excitarse en público. Y, al fin y al cabo, ¿Para qué escribirlo? No alcanza ya con hacerlo, quebrando las prohibiciones a las que nos han acostumbrado?

Cualquier ser humano, cuando se masturba, ejerce su capacidad de imaginar: los que miran las fotos de la revista Playboy a la vez que se masturban ejercen una tercera actividad secreta: la de fantasear que están con la muchacha de la foto, con una muchacha de carne y hueso que pueden tocar y penetrar. Las mujeres suelen no ser tan expeditivas y hasta dejan aparecer alguna escena platónica antes de llegar a imaginar la actividad sexual concreta. Las revistas que ofrecen el equivalente de Playboy dedicado a las mujeres, con hombres que muestran sus falos de tamaño realzado por el ángulo de la foto, no son tan populares ni tan eficaces, quizá porque no es mirar el falo lo que excita a una mujer, sino cosas de índole diferente, a veces más sutiles, a las que desea dedicar más tiempo y más espacio. Obsérvese el caso, patéticamente repetido, de la mujer que le suplica al marido que vayan a tomar cierto cóctel a cierta confitería donde se puede bailar al son de música lenta. El marido no tiene ganas, o no tiene tiempo para dedicar a esas tonterías y el descarnado acto sexual realizado con premura en el lecho conyugal, mientras se oyen los gritos de los chicos del otro lado de la puerta no alcanza, ni alcanzará nunca a satisfacer a la mujer.
Pero estas cosas no tienen remedio; si el marido llega a aceptar la propuesta de la confitería es posible que se suscite, allí mismo, una discusión desagradable, y que sólo la mujer beba el añorado cóctel mientras el marido, con gesto hosco, apura una tacita de café más amargo que la desesperanza. Entre tanto la mujer, con cada sorbo del cóctel donde impera el gin, sueña tal vez con otro hombre, uno que con sólo tomarle la mano y oprimírsela la haga vibrar entera, y luego sueña con el momento en que se cierra la puerta del ascensor en el hotel de citas y él la abraza, y se besan, y los cuerpos se ponen íntimamente en contacto, y las lenguas inician su delicioso diálogo; el ascensor se detiene y las puertas se abren automáticamente a un corredor alfombrado y desierto, los amantes recorren de la mano la corta distancia hasta la primera puerta de las que dan al corredor, mira si no es maravilloso, cariño: número 18, el mismo número tallado en este inmenso llavero de bronce, sé que estás erecto, mi cielo, sé que estás húmeda, mi vida, apenas deja que me quite la chaqueta y nos arrojaremos al lecho para abrazarnos y besarnos bien, la ropa nos molesta, capullito de alhelí, ¿qué dices? ¿capullito de alhelí? Digo capullito de alhelí, capullitos son tus pezones, mi alma, ¿en qué momento te quitaste los pantalones, ángel mío? Ya tu pierna velluda se restriega contra mi pierna, qué, ¿ya me penetras? ¿No teníamos que...? Calla, calla, ahora no puedo esperar, ay, mi chiquita, ay mi vida, voy a perder la cabeza por tu amor, dice la voz de Julio Iglesias por el parlante escondido entre las tenues luces de neón en la cabecera de la cama. Pero, ¿por qué crees que hablamos esta especie de español caribeño? Para imitarlo a él, a Julio Iglesias, que hoy se lleva el cincuenta por ciento del crédito por cada buen orgasmo.
Pero si Julio Iglesias es español. No importa, habla así porque yo quiero que hable así. Imagínate, cariño, que si ella es escritora puede poner cualquier cosa en el papel, y hasta publicarlo. Y mira que le dijimos que las manecitas no debían tocar ciertas partecitas de su cuerpo. ¿Por qué no debían tocarlas? ¿No eran suyas? Claro que no eran suyas. Hay partes de nuestro cuerpo que no nos pertenecen. ¿Pero se pueden tocar para lavarlas? Para lavarlas, sí, es claro, rápidamente y sin acompañar ese puro acto de higiene con ningún mal pensamiento. Pero yo soy judía, Padre, no sé si la religión judía castiga también los malos pensamientos. -¿De veras no lo sabes? -No, Padre. -¿Pero sabes que nosotros los católicos sabemos que se castigan los malos pensamientos? -Sí, Padre. Sé que un mal pensamiento es un pecado venial y se limpia torturando la mente con la repetición de una misma oración muchas veces seguidas. -¿Cómo lo sabes? -Lo espié en el catecismo de mi compañera de banco en el colegio. Espiar también es un pecado, ¿verdad, Padre? -No sabría que contestarte, niña, porque lo que espiabas era la Verdad Revelada. Pero en vez de seguir espiando el catecismo debiste venir a nuestros brazos y hacerte bautizar. ¿Por qué no lo hiciste? -Lo pensé, Padre, lo pensé muchas veces. El agua batismal borra todos los pecados. Pensé que un día cualquiera podía masturbarme por última vez en mi vida, luego ir a hablar con el cura de la iglesia parroquial, hacerme bautizar y no masturbarme nunca más, y nunca tendría que confesárselo a nadie. -¿Por qué no lo hiciste? -Me parecía injusto, Padre. Hubiera sido algo así como aprovecharme de los sacramentos. Y no estaba en absoluto segura de que no iba a masturbarme nunca más. Y así fue como nunca me hice católica. Ni quise averiguar, por las dudas, si la religión hebrea prohibe la masturbación, si castiga los malos pensamientos. Prefiero no saberlo, porque no me gustaría enterarme de que no los castiga. Sé que los jóvenes rabinos de los grupos más ortodoxos no pueden tocar a las mujeres, excepto a su esposa, ni siquiera para estrecharles la mano. -Me parece muy bien. -¿Quién le pidió su opinión? -¿No está hablando conmigo? -No, no estoy hablando con usted. -¿Con quién está hablando?

La dificultad de reproducir la propia historia sexual estriba en que está indisolublemente mezclada con otras cosas y hechos de la vida; si se intenta separarla resulta extraña y a menudo patética. El libro verdaderamente "erótico", pienso, es el que llega al erotismo por caminos imprevistos, incluso para el autor mismo, y sale de él con la misma naturalidad con la que entró. Siempre produce un poco de timidez, como si uno, sin quererlo, estuviese espiando una escena privada por el ojo de la cerradura.

. Siempre produce un poco de timidez, como si uno, sin quererlo, estuviese espiando una escena privada por el ojo de la cerradura.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

HOJE

HOJE ESTOU
SUPER
EXCITADO,
PENSANDO
EM LOUCURAS
COM VOCÊ
AQUI
NA MINHA
CAMA.

domingo, 7 de junho de 2009

RELAXE




ASSIM

SERÁ

MUITO

MAIS

GOSTOSO.